O Estado de Israel completou 73 de anos de existência. (Foto: Yonatan Sindel/Flash90).
Nesta quarta-feira (14), Israel comemorou os seus 73 anos de independência. Dois dias antes, dos judeus celebrarem o Dia da Independência, a população na nação chegou aos 9.3700 milhões de habitantes, de acordo com o Escritório Central de Israel (CBS, na sigla em hebraico).
Deste número, 6,9 milhões são judeus, representando 73,9% da população; 1,96 milhões são árabes e 467 mil são pessoas de outros grupos.
Desde o Dia da Independência do ano passado, 167 mil bebês nasceram em Israel, 50 mil morreram e 16.300 mil imigraram para o estado israelense, segundo dados do CBS.
Quando o estado de Israel foi criado, em 1948, a população do país era de 806 mil pessoas. Desde então, 3,3 milhões imigraram para a nação.
Em 1948, apenas 6% da população global judaica de 11,5 milhões vivia em Israel. Em 2019, a estatística era de que 46% dos judeus passaram a viver no estado israelense.
A previsão do Escritório Central de Estatísticas é que quando Israel completar 100 anos de existência, em 2048, sua população terá cerca de 15,2 milhões de pessoas.
Israel tem uma população jovem, 28,1% são jovens, com idades entre 0 e 14 anos, e somente 12% dos habitantes tem 65 anos ou mais, conforme o CBS.
Gregório Duvivier e Fábio Porchat interpretam Jesus e o diabo no filme do Porta dos Fundos. (Foto: Netflix)
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu que “não ocorreu qualquer intolerância religiosa” no filme da produtora Porta dos Fundos, que apresenta Jesus como homossexual, em julgamento concluído na quarta-feira passada (21).
A juíza Adriana Sucena Monteiro Jara Moura, da 16ª Vara Cível do Rio de Janeiro, negou os pedidos da Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura (CDB) em Ação Civil Pública ajuizada contra o Porta dos Fundos e a plataforma de streaming Netflix.
O “Especial de Natal do Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”, que estreou na Netflix em 2019, apresenta Jesus como homossexual, retrata a Virgem Maria como prostituta e mostra os apóstolos como alcoólatras.
Na ação, o Centro Dom Bosco — uma associação de leigos católicos — pediu que o filme fosse retirado do ar, bem como uma indenização de R$ 2 milhões, correspondente ao faturamento com o vídeo e cerca de R$0,02 por brasileiro que professa a fé católica.
Na decisão, a juíza considerou que o filme está disponível na Netflix “para os seus assinantes”, portanto, não alcança aqueles “que não desejam ver o seu conteúdo”. Por isso, ela alega que está “assegurada a plena liberdade de escolha de cada um de assistir ou não ao filme e mesmo de permanecer ou não como assinante da plataforma”.
Moura afirmou ainda que “não ocorreu no caso em julgamento qualquer intolerância religiosa, sendo que esta não pode ser confundida com a crítica religiosa, realizada por meio de sátira, a elementos caros ao Cristianismo”.
Para a magistrada, “a sátira em questão, um esquete humorístico que utiliza figuras históricas e religiosas como pano de fundo, não possui o condão de vilipendiar ou abalar os valores da fé cristã, que são muito mais profundos”.
Desrespeito à fé
A Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura diz que irá recorrer da decisão.
Para o advogado do Centro Dom Bosco, Leonardo Camanho Camargo, qualquer pessoa que tiver contato com o “Especial de Natal do Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo” pode “constatar o quanto ele é agressivo aos valores e sentimentos dos cristãos, constitucionalmente protegidos”.
“O respeito pelos sentimentos religiosos dos crentes pode ser legitimamente considerado violado por retratos provocativos de objetos de veneração religiosa; e esses retratos podem ser considerados uma violação maliciosa do espírito de tolerância, que também deve ser uma característica da sociedade democrática”, disse Camargo à ACI Digital.
Em janeiro de 2020, o caso também foi julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois que o desembargador Benectido Abicair, do TRJ, atendeu a um pedido liminar para suspender a exibição do filme, o então presidente do STF, o ministro Dias Toffoli, concedeu uma liminar autorizando a Netflix a colocar o filme no ar. A decisão foi referendada pela Segunda Turma do Supremo em novembro do ano passado.
Mapa da Lista Mundial da Perseguição 2021, elaborada pela Portas Abertas.
A Lista Mundial da Perseguição 2021 já está disponível com o ranking dos 50 países onde os cristãos são mais perseguidos por causa da fé em Jesus.
As informações publicadas são resultado da pesquisa feita entre 1/10/2019 e 30/9/2020 em mais de 70 países do mundo. Desde 1993, a Portas Abertas publica a pesquisa que mede a perseguição aos seguidores de Jesus. Mas a situação da Igreja Perseguida está sendo investigada desde a década de 1970.
Nesta nova edição, houve o crescimento da perseguição em 30%. Isso indica que mais de 340 milhões de cristãos enfrentam perseguição e discriminação por causa da fé. Em 29 nações, como Afeganistão, China e Nigéria, as pontuações cresceram. Já em oito países como Coreia do Norte, Somália e Índia, os pontos foram os mesmos da edição passada. No Sudão, Arábia Saudita e Egito e mais seis países a hostilidade contra os seguidores de Jesus teve uma queda. Faça o download do mapa no banner abaixo.
O continente que mais teve países na LMP 2021 foi a Ásia, com 29 nações. Em seguida veio a África com 19 e a América Latina com dois. Muitos dos cristãos perseguidos nesses locais também foram atingidos pela COVID-19 e as consequências da pandemia, como desemprego e fome. Mas nem tamanha vulnerabilidade foi capaz de impedir que governos, comunidades e familiares praticassem a intolerância religiosa contra os cristãos.
Neste relatório sobre a Igreja Perseguida você também terá informação sobre os tipos de perseguição enfrentados pelos irmãos e irmãs nos países elencados, além de conhecer as fontes que exercem essa influência.
Baixe também o e-book com as principais informações dos 50 países da Lista Mundial de Perseguição 2021 e comece já a orar pelos irmãos e irmãs da Igreja Perseguida!
Sinal de alerta
Fato agravante apontado pela lista deste ano é que este ano, pela primeira vez desde que Portas Abertas elaborou esse ranking, todos os 50 principais países estão pontuando acima de 61 pontos, o que indica Perseguição Severa. Os 12 primeiros países da Lista estão pontuando Perseguição Extrema, sendo um a mais que os 11 do ano passado.
O aumento da perseguição foi tamanho durante 2020, que ultrapassou a lista de Perseguição da Portas Abertas. Além de todos os 50 primeiros países pontuarem Perseguição Severa, outros quatro países também chegaram ao mesmo nível de intolerância, sendo eles: Cuba, Sri Lanka, Emirados Árabes Unidos e Níger.
Em um texto enviado por email pela Portas Abertas, a organização alerta o quanto a pandemia contribuiu para que a intolerância contra os cristãos se intensificasse no mundo.
“A Covid-19 tem sido um catalisador para a repressão de cristãos minoritários, que em países como Bangladesh, Índia, Paquistão, Iêmen e Sudão às vezes tiveram a ajuda emergencial do Governo negada”, lembra o texto. “Alguns foram informados que era porque ‘Sua Igreja ou seu Deus deve alimentá-lo’ ou mesmo ‘o vírus foi criado e espalhado pelo Ocidente, de onde veio sua religião e seu Deus’”.
Na Somália, por exemplo, o grupo terrorista islâmico Al Shabaab culpou os cristãos pela disseminação da Covid-19, dizendo que o vírus “foi espalhado pelas forças cristãs”, que invadiram o país e que os “infiéis” (como são chamados os cristãos ex-muçulmanos) são responsáveis por toda a desgraça.
Dentro de uma escala de 0 a 100, a pontuação do país determinará o seu nível de perseguição e a posição na Lista Mundial da Perseguição. Entram no ranking os 50 países com a pontuação mais alta, seguindo a tabela:
Perseguição Extrema – países que pontuaram entre 81 e 100 pontos. Perseguição Severa – países que pontuaram entre 61 e 80 pontos. Perseguição Alta – países que pontuaram entre 41 e 60 pontos. Perseguição Variável – países que pontuaram 40 pontos ou menos.
Cruz é arrancada do prédio de uma igreja com guindaste na China
A perseguição religiosa na China se intensificou em 2020, com milhares de cristãos afetados pelo fechamento de igrejas e outros abusos dos direitos humanos, de acordo com um novo relatório da ChinaAid.
A pesquisa da ChinaAid sobre a perseguição na China no ano passado documentou nove demolições de igrejas realizadas pelas autoridades do Partido Comunista Chinês (PCCh), afetando mais de 5.000 membros e participantes.
No geral, as autoridades do PCCh perseguiram 100% das igrejas domésticas, concluiu o estudo, com a polícia convocando e questionando o líder principal de cada igreja.
Sob a direção do presidente chinês Xi Jinping, os oficiais do PCCh também trabalharam para controlar mais completamente a “religião”, ordenando aos cristãos tanto nas igrejas oficiais, quanto nas igrejas domésticas, que hasteassem a bandeira chinesa e cantassem canções patrióticas nos cultos. As autoridades também instruíram os ministros e padres a “sinicizar” os sermões ou alterá-los para se conformar à ideologia do PCCh.
De acordo com o relatório divulgado esta semana, as autoridades do PCCh também invadiram as casas dos cristãos, invadiram reuniões familiares e interferiram nas decisões dos pais. Em vários casos, as autoridades processaram cristãos por educar seus filhos em casa ou mandá-los para escolas administradas pela igreja.
“A pesquisa da ChinaAid para 2020 confirma que a perseguição da China aos cristãos e àqueles que professam qualquer crença novamente excedeu os incidentes relatados no ano anterior”, diz o relatório.
“Como fatos suprimidos emergiram de lugares escuros e secretos, as consequências da perseguição do PCCh, como os resultados da pandemia de Covid-19 não controlada, apresentam uma ameaça potente e pútrida para desafiar o mundo exterior a prestar atenção.”
O grupo disse que publica seu relatório anual para “não apenas aumentar a conscientização sobre a perseguição religiosa na China, mas também para promover a liberdade religiosa para todos”.
As descobertas da ChinaAid vêm na esteira do relatório anual de 2021 da Comissão dos Estados Unidos sobre Liberdade Religiosa Internacional, que identificou a China como um violador flagrante dos direitos humanos, especificamente em relação aos cristãos e muçulmanos uigures.
O relatório observa que as autoridades do PCCh continuaram seu uso sem precedentes de tecnologias avançadas de vigilância para monitorar e rastrear as minorias religiosas no ano passado.
“Embora o PCCh tenha reprimido a liberdade religiosa por muito tempo, nos últimos anos ele se tornou cada vez mais hostil à religião”, diz o relatório.
A Comissão recomendou que os EUA redesignassem a China como um “país de preocupação particular”, ou CPC, por se envolver em violações sistemáticas, contínuas e flagrantes da liberdade religiosa.
Relatórios anteriores revelam que as escolas na China têm ensinado às crianças que o Cristianismo é um “culto maligno”, enquanto as crianças estão sendo ensinadas a se opor à religião, encorajadas a questionar as crenças dos membros da família e relatar aqueles que são mais próximos às autoridades.
O comissário da USCIRF Gary Bauer comentou: “A China comunista não nega apenas aos seus cidadãos os direitos humanos básicos, incluindo o direito de buscar e adorar a Deus. Também se afirma como um novo modelo autoritário para as nações em desenvolvimento em todo o mundo. Está ativamente empenhada em minar os padrões internacionais de direitos humanos. Ele utiliza seu crescente poder militar para intimidar e ameaçar seus vizinhos. ”
O Portas Abertas classifica a China em 17º na Lista Mundial da Perseguição que mostra os 50 países onde os cristãos são mais perseguidos.
Boyd-MacMillan, diretor de Pesquisa Estratégica da instituição de caridade cristã Portas Abertas dos EUA, disse recentemente ao Express UK que o PCCh está se tornando cada vez mais preocupado com o crescimento da população cristã e está reprimindo a religião como resultado.
“Achamos que a evidência de por que a Igreja chinesa é tão visada é que os líderes estão com medo do tamanho da Igreja e do crescimento da Igreja”, disse Boyd-MacMillan.
“E se crescer na taxa que tem crescido desde 1980, e isso é entre 7 e 8 por cento ao ano, então você está olhando para um grupo de pessoas que terá quase 300 milhões de pessoas em 2030. E, você sabe, a liderança chinesa, eles realmente planejam a longo prazo, quer dizer, o plano econômico deles vai para 2049, então isso os incomoda. Porque eu acho que se a Igreja continuar a crescer assim, eles terão que dividir o poder.”
Considerado o maior projeto infantil no mercado evangélico, o grupo 3 palavrinhas vem conquistando cada vez mais o público com suas animações e canções. O projeto está concorrendo ao prêmio iBest 2021 na categoria “Conteúdo Infantil”.
Em 2020, a turminha lançou seu mais novo álbum – 3 Palavrinhas volume 6 -, além de vários outros projetos como Hora de Dormir, Clube 3 Palavrinhas, Volume 6 em Libras e muito mais, o que gerou maior relevância no meio infantil e cristão, conquistando ainda mais o carinho do público.
“Para nós é uma grata surpresa saber que estamos participando dessa premiação tão importante. Estamos há muito tempo na Internet divulgando nosso conteúdo e estar nesse time seleto só nos faz acreditar que estamos fazendo o sonhamos, que é alcançar crianças de todo mundo com a mensagem da Cruz de Jesus”, comentou Samuel Mizrahy um dos idealizadores do projeto.
A primeira etapa de votação popular começou no dia 13 de abril e vai até o dia 30 de maio. Para votar basta acessar o site, fazer a inscrição e escolher seus projetos favoritos em cada categoria. Serão algumas fases até chegar no Top 10, Top 3 e revelar os vencedores.
Prêmio iBest
O Prêmio iBest é referência no universo digital brasileiro e vem ao longo dos anos premiando os principais projetos da internet. Foi desenvolvido pela Mantel Marketing, empresa de Marcos Wettreich. O iBest passou a ser uma empresa independente em 1999, quando GP Investimentos tornou-se sócio.
Em 2001, a Brasil Telecom ingressou como acionista da empresa, tendo assumido a totalidade do controle em 2003. Em 2020, após reaver a marca, Wettreich criou a iBest Global, nova empresa que tem a missão inicial de desenvolver o novo iBest.
Para votar no grupo 3 Palavrinhas no Prêmio iBest, clique aqui.