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Curado da Covid, Nani Azevedo lança o EP ‘Pra Quem Tem Fé’

 



Mais de dois meses após receber alta da UTI por complicações ocasionadas pela Covid-19, o cantor Nani Azevedo lança o EP Pra Quem Tem Fé. O novo álbum foi gravado no Paraná, com participação de um coral formado por 80 jovens e adolescentes das cidades de Londrina, Arapongas e Rolândia.

– Como em toda gravação minha, essa também acabou virando um culto. Esse projeto traz uma mensagem de fé para que o povo não desista e creia que o seu milagre já está com tempo marcado e que pode ser hoje. O público vai ouvir uma palavra de ânimo de que “nenhum gigante impede a festa” – disse o cantor.

Lançada em janeiro deste ano, a música Pra Quem Tem Fé, que dá nome ao projeto, tem tido boa aceitação nas igrejas, nas rádios e no YouTube.

O novo EP do cantor ainda traz a regravação da canção Bendito Serei.

– Colocamos uma roupagem atual, com um som mais adequado e limpo. Bendito Serei virou um hino nas igrejas e quero sempre fazer uma nova roupagem das músicas mais antigas a cada ano, para que elas tenham uma nova cara nesse novo tempo – explicou o artista.

E como nunca para, Nani Azevedo já tem planos para lançar mais uma música, que foi escrita assim que ele saiu da UTI. De acordo com ele, “é uma música muito linda e que vai abençoar muita gente, e ainda farei mais um EP para completar o ano”.


Enfermeiras cristãs são presas acusadas de blasfêmia, no Paquistão

 


As enfermeiras foram presas e acusadas de blasfêmia, no Paquistão. (Foto: Reprodução / ICC)

Duas enfermeiras cristãs no Paquistão foram presas e formalmente acusadas de cometer blasfêmia contra o Islã. Elas foram denunciadas ​​por um colega muçulmano de profanar tapeçarias de parede que continham versos do Alcorão.

Em 9 de abril, Mariyum Lal e Newsh Arooj, que trabalhavam no Hospital Civil de Faisalabad, foram falsamente acusadas de cometer blasfêmia. Fontes locais relatam que as duas foram orientadas por um veterano, Rukhsana, para remover velhas tapeçarias e adesivos da ala psiquiátrica.

Rukhsana, que supostamente guarda rancor de Lal, provocou outros funcionários muçulmanos no Hospital Civil ao alegar que Lal profanou tapeçarias de parede que continham versos do Alcorão.

Muhammad Waqas, um vigia muçulmano no hospital, confessou ter atacado Lal com uma faca depois de saber da acusação de blasfêmia. Os líderes cristãos estão exigindo que Waqas seja preso e punido pelo ataque.

A alegação de falsa blasfêmia contra as enfermeiras logo se espalhou para a comunidade em geral e uma multidão de muçulmanos enfurecidos fez um protesto em frente ao Hospital Civil. Integrantes da multidão exigiram que Lal fosse presa e enforcada por cometer blasfêmia.

A polícia registrou um primeiro relatório de informação (FIR # 347/21) em conexão com a alegação de blasfêmia. De acordo com a FIR, Mariyum Lal e Newsh Arooj são acusadas ​​de violar as leis de blasfêmia do Paquistão de acordo com a Seção 295-B.

No Paquistão, falsas acusações de blasfêmia são generalizadas e frequentemente motivadas por vinganças pessoais ou ódio religioso. As acusações são altamente inflamatórias e têm o potencial de desencadear linchamentos, assassinatos de vigilantes e protestos em massa.

Leonardo Gonçalves sobre projeto musical com Mauro Henrique e Guilherme de Sá: "O que nos une é muito mais forte"

 

Junto com os vocalistas das bandas Oficina G3 e Rosa de Saron, o cantor tem viajado em apresentações pelo Brasil

Loop Session + Friends

Três dos nomes mais conhecidos da música cristã estão juntos no 'Loop Session + Friends'. O projeto é de Mauro Henrique, vocalista da banda Oficina G3 e tem Guilherme de Sá, da banda Rosa de Saron, e Leonardo Gonçalves como convidados.

O projeto Loop Session começou com produções solo de Mauro Henrique, mas se expandiu e agora os três estão em turnê pelo Brasil.

Em entrevista ao GUIAME, Leonardo Gonçalves fala da afinidade musical que há entre eles. "A gente se uniu com um objetivo musical, temos uma afinidade musical. O Mauro que conhece a mim e o Guilherme e fez esta ponte entre nós. Já havia conhecido o Guilherme pessoalmente, mas não ao ponto de trabalhar juntos".

"O que no começo era uma afinidade musical, depois de duas edições apenas já se tornou uma afinidade pessoal, a gente ri muito, é muito divertido e ao mesmo tempo são públicos diferentes que acabam ouvindo da boca de três pessoas diferentes, mas semelhantes, a mesma mensagem de salvação. Pra mim tem sido uma coisa maravilhosa", acrescenta o cantor.

Sobre o fato de cada um pertencer a uma denominação, Leonardo frisa que o Deus que os une é maior que essa diferença. "Pra ser sincero, em nossa convivência diária a gente nem lembra quem é batista, católico, ou adventista, isso aí não faz diferença nenhuma porque o que nos une, que é Deus, a nossa fé e também o amor à música, é muito mais forte do que qualquer outra coisa que poderia vir a surgir", afirma.

Os próximos Loop Session + Friends acontecem em Belém, Manaus, Brasília e Goiânia. O cantor também adianta que há outros sendo agendados. "A gente está se divertindo demais fazendo um projeto diferente em ambientes diferentes. Por enquanto está sendo só um mar de rosas, estamos na lua de mel", brinca.

Ex-bruxa se entrega a Jesus após ver testemunho de Alice Cooper: “Fui liberta”

 Simone Peer passou mais de 30 anos envolvida com bruxaria, até ser impactada pelo vídeo com o testemunho do cantor de rock.

Simone Peer foi libertada da bruxaria após se entregar a Cristo. (Foto: CBN News)
Simone Peer foi libertada da bruxaria após se entregar a Cristo. (Foto: CBN News)

Ser uma bruxa “do bem” nunca foi visto como um problema para Simone Peer. Ela acreditava que a “bruxaria branca” era algo “celestial” e que apresentava muitos benefícios.

Simone cresceu aprendendo sobre ocultismo com sua mãe, que consultava médiuns e espíritos. Ela se aprofundou nesse mundo obscuro enquanto sofria abuso verbal, físico e sexual com apenas 5 anos de idade.

Acreditando que era “detestada e sem valor”, Simone se tornou uma adolescente envolvida em promiscuidade, drogas e álcool. Ela chegou até a pensar em cometer suicídio durante o ensino médio e na faculdade. 

Mais tarde, Simone passou a mergulhar nas práticas da nova era e, aos 20 anos, se tornou uma autoproclamada bruxa branca. “Continuei acreditando que, se buscasse mais luz, encontraria a resposta para o que havia de errado comigo e, de alguma forma, seria consertada”, disse ela à CBN News.

Ela passou os próximos 30 anos envolvida com o mais alto nível de bruxaria, chegando a tornar-se uma alta sacerdotisa. Por meio da santeria (uma religião afro-cubana) e outras formas de ocultismo, Simone participava de sacrifícios de animais.

Iludida pelos enganos do ocultismo, Simone achava que poderia obter “luz” através das práticas espirituais. Mas quanto mais se tornava “iluminada”, um vazio maior ela sentia.

“Havia muitas coisas no caminho espiritual que eu amava e que me faziam feliz, mas a minha vida era uma contradição. Eu também estava no poço mais profundo e escuro. Este é um belo engano”, ela conta.


Simone Peer foi libertada da bruxaria após se entregar a Cristo. (Foto: CBN News)

Impactada por um testemunho

Em 2017, Simone se deparou com um vídeo do famoso músico de heavy metal Alice Cooper, no qual ele testemunhava como foi liberto do alcoolismo por meio de sua fé em Jesus Cristo.

“Eu percebi que era uma embaixadora de Satanás. Eu nem sabia o que significava ter Jesus”, lembra Simone. “Eu não entendia nada, eu só sabia que meu coração tinha uma ferida aberta. Eu sabia que Ele estava lá, e eu sabia que era um ‘sim’”. 

Ela continua: “Quando eu fiz aquela oração de salvação e houve pontos de arrependimento, o que realmente me chamou a atenção foi achar que eu era Deus, achar que eu não estava manipulando outras pessoas com meus feitiços. Eu disse em voz alta e levantei minha mão para Deus e clamei, me arrependi e orei por mim mesma.”

Em poucas semanas, Simone jogou fora tudo o que associava ao ocultismo. Ela também começou a frequentar a igreja, onde passou pelo processo de libertação de forças demoníacas.

“Não tenho ideia de quantos demônios fui libertada. Percebi em meu coração e espírito que me sentia livre”, ela conta.

Hoje, Simone é um testemunho de que Jesus é a verdadeira luz do mundo e que a real satisfação é encontrada Nele. “Para aqueles que trilharam o mesmo caminho que eu, Jesus é a resposta que você está procurando. Ele realmente é”.

Bíblia estará acessível em todos os idiomas até 2033, projetam tradutores

 De acordo com o IllumiNations, mais de 1 bilhão de pessoas não têm acesso à Palavra de Deus em seu idioma.

Mais de 1 bilhão de pessoas não têm acesso à Palavra de Deus em seu idioma. (Foto: Reprodução / UGCN)
Mais de 1 bilhão de pessoas não têm acesso à Palavra de Deus em seu idioma. (Foto: Reprodução / UGCN)

Dez das principais organizações mundiais de tradução da Bíblia lançaram recentemente a campanha “Eu Quero Saber”, que visa “tornar a Palavra de Deus acessível a todas as pessoas até 2033”.

Essa aliança de tradutores da Bíblia é chamada de “IllumiNations” e inclui instituições como American Bible Society, Biblica, Deaf Bible Society, Lutheran Bible Translators, Seed Company, SIL International, United Bible Societies, The Word for the World, Pioneer Bible Translators e Wycliffe Bible Translators USA.

De acordo com o IllumiNations, mais de 1 bilhão de pessoas não têm acesso à Palavra de Deus em seu idioma, 3.800 comunidades de idiomas em todo o mundo não têm uma Bíblia completa e mais de 2.000 desses idiomas não têm um único versículo das Escrituras traduzido ainda.

O projeto espera que “95% da população mundial terá acesso a uma Bíblia completa, 99,96% terá acesso a um Novo Testamento e 100% terá acesso a pelo menos alguma porção das Escrituras em 12 anos”.

A maior campanha de tradução da Bíblia

“Imagine sua vida se você não conhecesse a verdade. Não conhecesse o amor incondicional de Jesus. Não conhecesse a palavra de Deus que altera a vida, porque ela não existia em sua língua. Essa é a dura realidade para mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo”, diz a campanha.

E acrescenta: “Temos a missão de mudar isso, porque conhecer a Verdade muda tudo”.

Segundo seus criadores, a campanha "Quero Saber" é a maior campanha de tradução da Bíblia lançada nas mídias sociais e digitais e mostra depoimentos de 6 pessoas que ainda não têm acesso à Bíblia completa em seu próprio idioma.

A campanha compartilha testemunhos de seis pessoas que ainda não têm acesso à Bíblia completa em seu próprio idioma. (Foto: Reprodução / IllumiNations).

Os participantes da iniciativa podem patrocinar "um versículo bíblico traduzido em um idioma que aguarda a Palavra de Deus" por U$ 35. Eles também são incentivados a postar o versículo bíblico que “querem que o mundo saiba” nas redes sociais usando a hashtag #IWTKBible.

“Os tradutores estão no lugar, a estratégia está no lugar e, com o apoio dos cristãos dos Estados Unidos e do mundo, podemos ajudar cada pessoa na terra a acessar as Escrituras no idioma que melhor entendem”, apontou Bill McKendry, da campanha diretor criativo.

'Erradicar a pobreza bíblica’

Mart Green, diretor de investimentos do ministério da empresa de varejo Hobby Lobby, reuniu-se com parceiros de recursos e agências de tradução para formar IllumiNations em 2010, com o objetivo de traduzir a Bíblia em todas as línguas para todas as pessoas, "um 'Golias' de proporções bíblicas por gerações".

“Mas agora estamos à beira de um estilingue gigante; cada pessoa pode ter pelo menos uma parte da Bíblia em sua própria língua nos próximos 12 anos”, acrescentou.

De acordo com Green, “nenhum outro projeto de tradução das Escrituras na história foi tão ambicioso ou tão bem coordenado, e nunca antes os tradutores tiveram a habilidade, por meio da tecnologia e do software, de turbinar a tradução em um ritmo tão rápido. A estratégia, as pessoas e a tecnologia existem para fazer isso acontecer”.

“Você pode imaginar não ter a Bíblia em inglês ou em sua língua nativa? Um bilhão de pessoas ainda não sabem o que a Palavra de Deus tem a dizer a eles. Podemos ajudar a cumprir a Grande Comissão e erradicar a ‘pobreza bíblica’ nesta geração”, concluiu Green.